LIVROS
  1. drama, o marquês, romance, luís a. delgado
    O Marquês
    Tal vêm as brumas nas manhãs mais encantadoras, também envolvem a humanidade os sentimentos mais intensos. Podemos tocar o brilho de um velho deus dentro da carne das nossas paixões, mágoas, celebrações e dias de esquecimento? Por que esta sede insaciável, esta busca de um horizonte distante? Por muito sonhamos o que está dentro de nós mesmos; assim, este romance é a viagem de alguém que perdeu a memória, mas também o medo. Arremeter com o coração nas sombras, desafiar as grandes forças da sociedade da época e seus senhores dos homens, encontrar o amor, acordar. Esta bem poderia ser a minha história, ou a sua. E talvez até seja. Venha e descubra.
  2. poema, poesia, luís a. delgado
    Plural Errante - Seleção de Poesias
    O poema que dá nome ao livro assina bem a alma do autor destas páginas. Uma agitação de vanguarda que visita os velhos deuses da poesia – as veneradas formas de ontem. Amor, jardins, elfos, inocência, carroças e coisas outras de papel viajam através dos versos nos ares da métrica e também em desobediência à mesma. O puro espírito da inquietação; o desafiar conceitos, padrões; o lirismo ao sabor das experimentações. Assim, implacável, dramático, mas ainda bem-humorado, ora livre de amarras e sempre em busca de novos caminhos, “Plural errante” é a coragem de uma nova voz. É a arte sempre em movimento, deslocando-se dentro de suas antigas estruturas, sendo fértil por onde quer que passe. Uma seleção de poesias que levará o leitor não só pelos muitos formatos e tons, por vezes abstratos, mas também por dentro dos corações do poeta que escreveu a obra e do de quem a está lendo... Por que você não ousa?
  3. alquimia, romance, luís a. delgado
    O Violinista
    Os séculos precedentes testemunharam o nascimento de uma ciência divina, como, também, o trabalho de tantos mestres em manter tal conhecimento longe de olhos imprudentes. Porém, recentemente, muitos selos começaram a ser quebrados. A escola anciã começou a ensinar abertamente outra vez, e de maneira intensa. O Violinista torna-se, assim, uma proposta de encontro entre o clássico e o moderno, uma resposta àqueles que julgaram os antigos por primitivos, e, acima de tudo, a afirmação do poder natural do homem, verdadeiro titã adormecido. Algo de fábula, poemas em prosa e símbolos da velha Arte tornam a obra, verdadeiramente, um romance alquímico. Uma jornada arquetípica pelo Corpo de Luz em uma narrativa aos domínios da alma, encantando o leitor através da saga de Hélio, em sua busca para livrar a vila de Áurea de uma terrível ameaça. Leia mais: https://www.luisdelgado.com.br/products/produto-1/